O processo O processo de desenvolvimento do não-objeto foi desafiador, mas senti que aprendi muito! Tínhamos uma ideia pré-figurada, e ao longo das discussões e críticas, esse tipo de lógica foi se desconstruindo, dando espaço para pensar o que queríamos passar sem se prender a uma forma, e sim a uma sensação. Com isso, chegamos em um objeto móvel, composto por caixas e encaixes que está fragmentado pelo espaço. O objetivo desse objeto é inspirar o coletivo e a interação entre os dois patamares do corredor, convidando quem passa por esse local a permanecer e se conectar. Os registros no papel foram muito importantes para comunicar ideias e padronizar as caixas, uma fez que foram feitas em grupo. Sua análise também foi essencial para identificar erros e problemas mais práticos que poderiam, e apareceram, durante a execução do não-objeto.
Mariana Silva Rodrigues A perspectiva está maravilhosa - a escada é coerente e os objetos e estruturas mais distantes estão menores que os mais próximos. Além disso, a composição está bem equilibrada, uma vez que ao abstrair das formas do local, não vejo um excesso de cinza ou de branco. Minha observação é que senti falta de um sombreamento ou elemento que evidencie a existência do mezanino, já que senti que se misturou um pouco com o primeiro andar no canto superior direito.
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